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Policial penal vai parar no hospital após ser agredido pelo 'Maníaco da Cruz'

O policial penal foi atingido com soco no rosto que lhe causou uma fratura. O servidor foi levado ao hospital da Cassems. Segundo informações, Dyonathan estava no solário de cela especial, muito alterado e se recusou a entrar para sua cela.

27/09/2023 às 07h55 Atualizada em 27/09/2023 às 14h06
Por: Fonte: Midiamax
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Dyonathan Celestrino, de 31 anos, conhecido como "Maníaco da Cruz" agrediu um policial penal durante a tarde desta terça-feira (26) no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande) onde cumpre  em uma ala psiquátrica. O motivo, conforme apurado, seria pelo fato de Dyonathan ter se recusado a entrar em sua cela especial, onde cumpre pena.

O policial penal foi atingido com soco no rosto que lhe causou uma fratura. O servidor foi levado ao hospital da Cassems. Segundo informações, Dyonathan estava no solário de cela especial, muito alterado e se recusou a entrar para sua cela.

Ainda de acordo com o registro policial, ele se jogava ao solo, contra as paredes, gritava dizendo que mataria os policiais, exigia erva de tereré ou caso contrário daria problema aos funcionários públicos.
Foi acionada equipe de segurança e mesmo assim ele mostrou resistência, segurando-se na porta para não entrar no comodo e tentava atingir os policiais com socos e pontapés. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa e resistência.

 

 do Maníaco da Cruz

As vítimas de Dyonathan foram Gleice Kelly da Silva, 13 anos, Letícia Neves de Oliveira, 22 anos, e Catalino Gardena, 33 anos. O serial killer foi identificado após a polícia encontrar uma mensagem no Orkut de Gleice, deixada pelo adolescente que usava o nome “Dog Hell 666”.

Foi solicitada quebra de sigilo telefônico e a polícia identificou que Dyonathan ligava para ela até mesmo após a morte. Em outubro de 2008, ele acabou apreendido em casa e foi internado na  (Unidade Educacional de Internação) de . Anos depois, em 2013, ele fugiu para o Paraguai, mas foi encontrado e preso.

 
 

Na época em que foi apreendido, Dyonathan disse que matou as vítimas porque elas não seguiam os preceitos de Deus. Isso porque, segundo ele, Catalino era alcoólatra e homossexual, Letícia era travesti e Gleice seria usuária de drogas.

Foi determinada a interdição de Dyonathan e a medida de segurança o mantém internado no IPCG, na ala de saúde. Foi apontado que ele era inapto a voltar ao convívio social. Recentemente, Dyonathan foi condenado por ameaçar um agente.

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