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Economia MOVE BRASIL

Move Brasil: programa de financiamento começa nesta segunda

Programa oferece linhas de crédito para motoristas de aplicativo, taxistas, caminhoneiros e entregadores financiarem veículos novos.

27/07/2026 às 08h36
Por: Redação
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O programa Move Brasil começa a operar nesta segunda-feira (27), oferecendo linhas de crédito para motoristas de aplicativo, taxistas, caminhoneiros e entregadores financiarem veículos novos com menor impacto ambiental. No caso dos automóveis, o financiamento contempla modelos novos de até R$ 150 mil, desde que atendam aos critérios de sustentabilidade do programa, como veículos flex, híbridos ou elétricos.

O programa é dividido em três modalidades, de acordo com o público atendido:

  • Motoristas de aplicativo e taxistas: financiamento de automóveis novos.
  • Caminhoneiros: financiamento de caminhões novos.
  • Entregadores: financiamento de motocicletas, ciclomotores e bicicletas elétricas para uso profissional.

O cadastro deve ser feito exclusivamente pela plataforma gov.br/movebrasil. A aprovação no sistema confirma apenas que o trabalhador atende aos requisitos do programa. A contratação do financiamento, porém, depende da análise de crédito feita pela Caixa, pelo Banco do Brasil ou por outras instituições financeiras habilitadas.

As condições de financiamento variam conforme a modalidade. Para motoristas de aplicativo e taxistas, as taxas de juros começam em 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens, com prazo de até 72 meses para pagamento e carência de até seis meses. Já para entregadores, os juros partem de 0,90% ao mês para mulheres e 0,98% ao mês para homens, com prazo de até 48 meses e carência de dois meses. No caso dos caminhoneiros, o prazo pode chegar a 120 meses, com carência de até 12 meses.

O programa também prevê garantias facilitadas por fundos garantidores. A liberação do crédito, no entanto, também depende da análise da instituição financeira responsável pela contratação.

O início das operações estava previsto para 13 de julho, mas foi adiado pelo governo para a conclusão de testes tecnológicos e operacionais. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a mudança foi necessária para garantir mais segurança e estabilidade no atendimento.

 

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