A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a aplicação da bandeira tarifária verde na conta de luz em janeiro. Assim, não haverá cobrança adicional.
Segundo a agência reguladora, apesar das precipitações abaixo da média histórica no início do período chuvoso, foi possível manter o nível dos reservatórios pelo país em novembro e dezembro.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a adoção da bandeira verde reflete um cenário de segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas. Essas unidades, além de apresentarem custo de geração mais elevado, utilizam combustíveis fósseis e contribuem para a emissão de gases de efeito estufa.
Neste mês de dezembro já houve a redução na bandeira tarifária vermelha no patamar 1 para amarela. A medida reduziu em 4,46 reais a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos (chegando a 1,885 real).
Custos extras
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
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