A partir desta segunda-feira (1º), o implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, deverão ser incluídos nas coberturas dos planos de saúde de forma obrigatória.
A medida segue uma decisão da diretoria colegiada da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que foi publicada em agosto deste ano, e vale para mulheres com idade entre 18 e 49 anos, como forma de prevenção à gravidez não desejada.
O dispositivo já é oferecido gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), e segundo o Ministério da Saúde, o método é considerado vantajoso em relação aos já existentes por sua longa duração, já que age no organismo por até três anos, e pela alta eficácia.
Além de prevenir a gravidez não planejada, o acesso a contraceptivos, de acordo com o ministério, também contribui para a redução da mortalidade materna, em alinhamento com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).
O implante atua no organismo por até três anos, sem a necessidade de intervenções durante o período. Após o prazo, ele deve ser retido, e caso tenha interesse, um novo dispositivo pode ser inserido imediatamente.
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