Ao lado do ministro Paulo Guedes e de líderes do 'centrão', o presidente Jair Bolsonaro confirmou, na manhã desta terça-feira, 1º de setembro, a prorrogação do auxílio emergencial até dezembro deste ano. Serão mais quatro parcelas de R$ 300 reais, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
"Nós decidimos aqui, atendendo a Economia, em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo (o auxílio) em 300 reais", disse o presidente.
Ao redor de Bolsonaro, estavam nomes como o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), e os líderes do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), e no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE).
O pronunciamento foi feito logo após Bolsonaro oferecer um café da manhã a líderes do Congresso para acertar os últimos ajustes da prorrogação do benefício.
A iniciativa de conversar com os congressistas antes de finalizar a proposta é mais um gesto de aproximação do presidente com o Legislativo. O anúncio, inclusive, foi antecipado no último final de semana por um dos principais líderes do centrão, o deputado Arthur Lira (PP-AL), que também estava perto de Bolsonaro nesta terça.
Entre os participantes do encontro também estavam os ministros da Economia, Paulo Guedes, da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e da Casa Civil, Walter Braga Netto. Foram convidados cerca de 20 parlamentares do chamado 'centrão' e outros alinhados ao governo.
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