Choques, ruídos e fumaça marcaram a madrugada em Caracas neste sábado (3), enquanto um alto-comando de Washington afirma ter capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro — uma declaração que, se confirmada, representa uma escalada dramática nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela.
Em uma publicação em sua rede social, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as Forças Armadas americanas realizaram um “ataque em larga escala” contra a Venezuela, no qual Maduro e sua esposa teriam sido capturados e retirados do país por via aérea. Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos, e mais detalhes seriam divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para hoje no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.
Explosões, colunas de fumaça e sons de aeronaves foram registrados nas primeiras horas da manhã em diversos pontos de Caracas, especialmente na região sul da capital, próxima à base aérea de La Carlota. Moradores relataram ainda cortes de energia elétrica em áreas vizinhas, em meio ao clima de tensão.
governo venezuelano, por sua vez, reagiu à ofensiva qualificando-a como uma “agressão militar” dos Estados Unidos contra o território venezuelano, com ações também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Em nota oficial, Caracas afirmou que o objetivo da ação seria tomar o controle das reservas de petróleo e minerais do país, e descreveu os eventos como parte de uma tentativa dos EUA de impor uma “guerra colonial” à Venezuela.
Após os relatos de explosões, o presidente Nicolás Maduro teria decretado estado de emergência nacional e ordenado a mobilização das Forças Armadas para enfrentar o que chamou de agressão externa, pedindo união dos setores sociais e políticos do país para defender a soberania venezuelana.
A ofensiva ocorre em meio a uma escalada nas tensões entre os governos de Trump e Maduro nos últimos anos. Trump vinha repetidamente ameaçando medidas mais duras contra a Venezuela, incluindo operações terrestres, como parte de uma campanha para pressionar o presidente venezuelano a deixar o cargo. A estratégia inclui sanções econômicas ampliadas, aumento da presença militar americana no Caribe e ataques a embarcações acusadas por Washington de envolvimento no tráfico de drogas.
Até o momento, não há uma confirmação oficial de fontes independentes sobre a captura de Maduro ou sobre os detalhes da operação declarada por Trump. A situação segue em desenvolvimento, com autoridades internacionais observando as implicações de um confronto que pode redefinir relações geopolíticas na América Latina.
Esportes Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos na Argentina
Internacional Mãe e criança brasileiras morrem no Líbano após ataques de Israel
Pediu Paz e diálogo Papa pede diplomacia e fim da espiral de violência no Oriente Médio Mín. 24° Máx. 39°
