Domingo, 11 de Outubro de 2026
28°

Tempo nublado

Pedro Gomes, MS

Geral Brasil

Crime macabro: jogada na pedreira, menina de 11 anos foi estuprada pelo tio antes de morrer

Homem flagrou estupro de adolescentes e, ao invés de salvar a sobrinha, participou do crime

10/08/2021 às 14h45
Por: Fabio Alves Fonte: Midiamax
Compartilhe:
Reprodução
Reprodução

O quinto envolvido no assassinato da menina Raíssa da Silva Cabreira, de 11 anos, que foi jogada de uma pedreira na cidade de Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, foi preso nesta terça-feira (10) pela polícia, o homem, de 34 anos, Elinho Areválo, é tio da criança. Um rapaz de 20 anos também foi preso, Leandro Pinosa, além de três adolescentes apreendidos.

Segundo o delegado Erasmo Cubas, o tio que já abusava da menina desde os 5 anos dela, flagrou o momento em que os quatro acusados do crime estupravam a menina. Ele acabou participando da sessão de estupro contra a sobrinha que havia sido arrastada para o local pelos autores, que planejaram o crime de estupro.

Ainda de acordo com o delegado, os acusados embebedaram a criança para continuar a cometer os abusos. Quando ela recobrou a consciência e tentou se desvencilhar dos autores, foi arrastada para a beirada da pedreira, quebrando os braços em uma tentativa de se defender, mas acabou jogada viva de uma altura de 20 metros.

Três adolescentes, um jovem e o tio da criança foram detidos e levados para a delegacia. Quando o tio foi questionado sobre os motivos que o levaram a cometer o crime, ele disse que estava bêbado. O laudo do exame feito na vítima constatou o estupro. Ela tinha lacerações nos órgãos genitais. Ao todo, sete pessoas foram levadas para a delegacia para serem ouvidas, nesta segunda (9). 

O corpo de Raíssa, indígena da etnia Kaiowá, foi encontrado dilacerado com a queda de um paredão entre as aldeias Bororó e Jaguapiru. Devido aos múltiplos ferimentos, apenas o laudo pericial irá confirmar se ela foi estuprada, uma vez que ela estava com as roupas abaixadas, após sofrer uma queda de cerca de 20 metros. A perícia inicial no corpo apontou uma lesão grave no quadril.

Informações são de que a menina teria passado a tarde com familiares na pedreira. O local é costumeiramente utilizado pelos indígenas de duas aldeias para consumo de bebidas alcoólicas e até uso de drogas, uma vez que fica entre as aldeias Bororó e Jaguapiru. 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias