
A apresentação voluntária de Fahd Georges Jamil, na manhã desta segunda-feira (19), após ficar cerca de quatro meses foragido com a deflagração da Operação Omertà, indica a confirmação da hegemonia da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) fechando o cerco na fronteira para expandir seus domínios em relação ao tráfico de drogas e armas em Mato Grosso do Sul.
Analistas de geopolítica do narcotráfico apontam o episódio que marca a derrocada dos locais – que dominam a fronteira no tráfico – para a facção criminosa PCC, que desde a execução de Jorge Raafat em junho de 2016, briga para dominar a região que é grande porta de entrada para cocaína e armamento de guerra, que é enviado para os grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro, abastecendo assim, outros grupos criminosos.
Fahd, conhecido como Rei da Fronteira, se entregou afirmando que já estava com a saúde debilitada, e com a idade avançada além de se dizer inocente de todas as acusações de membro de organização criminosa e mandantes de homicídios no Estado. A apresentação tambémm teria acontecido após ameaças feitas a família de Fahd Jamil.
A guerra que se instalou na fronteira teve até sequestro de aeronave do lado paraguaio pelos membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Seis pessoas foram sequestradas e assassinadas. Dos quatro mortos na fronteira, dois eram sobrinhos de Fahd Jamil, Riad Salem, Muriel Correa.
Geral Mega-Sena acumula para R$ 150 milhões; confira os números sorteados
Politica Eleitor que faltou ao primeiro turno pode votar no segundo
Geral PM do Rio reforça policiamento para o feriado de segunda-feira Mín. 23° Máx. 37°
